Gerenciamento de Dores e Sintomas
Sofrimento em CP
- Inicia da SUSPEITA do diagnóstico de uma doença ameaçadora da continuidade da vida
- Sofrimento físico e emocional
Gerenciamento de Dor e Outros Sintomas
- Ocorre de maneira multiprofissional
- Importância da capacidade de comunicação
- Recursos profissionais otimizam terapia farmacológica (possibilitam redução de doses e, logo, redução de efeitos colaterais)
- Médico deve estar a serviço de um espaço de acolhimento de outros profissionais
- “Que bom que o senhor não precisa, mas ______ é uma pessoa incrível! O senhor não vai perder a oportunidade de conhecer ______ !
- Não se torne um sintomatologista!
- Saberes compartilhados complementares a serviço do bem estar do paciente
Controle da Dor
- Resulta excelente é determinado pelo paciente
- Não é zerar dor! É titular dose até que se estabeleça o equilíbrio ideal entre controle da dor e tolerabilidade dos efeitos colaterais
- Tipos diferentes de dor demandam estratégias diferentes para seu controle
- Experiência de dor é multifatorial
- “Na distância que se encontra entre a medicação e a boca do paciente está a confiança”
- 90% das dores em pacientes com condições ameaçadoras da vida podem ser controladas apenas com analgésicos (apenas 10% demandam algum procedimento)
Risco
- Viver é muito perigoso
- Tudo tem risco! Qualquer procedimento tem risco!
Sedação Paliativa
- Último recurso no gerenciamento da dor e outros sintomas que são refratários ao tratamento
- Falência do cuidado convencional qualificado do sintoma
- Proporcionar redução do nível de consciência para proporcionar espaço de alívio
- Deve ser feita com SEDATIVO!
- Analgésico (ex: morfina) seda apenas em doses muito altas → dose desproporcional do alívio da dor ou falta de ar pode acelerar o processo de morte